Adolescências, direitos e medidas socioeducativas em meio aberto
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Adolescências, direitos e medidas socioeducativas em meio aberto

Aldaíza Sposati, ANTONIO CARLOS DE OLIVEIRA, Irene Rizzini
  • Cód: 9788524927232

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  • Cortez Editora
  • Coleção: Temas Sociojurídicos
  • Autor: Irene Rizzini, Aldaíza Sposati, ANTONIO CARLOS DE OLIVEIRA
  • ISBN: 9788524927232
  • Número de páginas: 128
  • Formato: ------
  • Peso: 200 gramas

SINOPSE "Adolescências, direitos e medidas socioeducativas em meio aberto" sistematiza dados empíricos recentes, nacionais e regionais, à luz de referenciais teóricos, históricos e metodológicos críticos, rigorosos e eticamente comprometidos. Segue orientação da proteção integral que toma a liberdade assistida como “medida socioeducativa por excelência”.
As ideias contidas neste livro se prestam a potencializar os argumentos e a fortalecer a posição dos profissionais dos serviços de medida nas relações, ainda assimétricas, que mantêm com os profissionais do Sistema de Justiça.
Não há por ora outro caminho possível para que, na penumbra do retrocesso que vislumbra no horizonte, sigamos na aposta convicta de que liberdade assistida, sim, segue sendo a “medida socioeducativa por excelência”.

Aldaíza Sposati

Aldaíza Sposati é doutora em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1986). Atualmente é professor titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Coordenadora do Nepsas - Núcleo de Estudos e Pesquisas em Seguridade e Assistencia Social e do Cedest - Centro de Estudos das Desigualdades Socioterritoriais. Tem experiência em Gestão Pública, Gestão Social com ênfase em Política da Assistência Social, atua principalmente nos seguintes temas: assistência social, proteção social, seguridade social, política social, políticas públicas, gestão pública e estudos socioterritoriais de necessidades e serviços. Foi secretária das Administrações Regionais (1989/1990) e da Assistência Social da cidade de São Paulo (2002/2004). Vice-Reitor Comunitário da PUC-SP (1988). Vereadora da Cidade por 3 mandatos consecutivos (1993-2004).

ANTONIO CARLOS DE OLIVEIRA

Graduação em Psicologia (UERJ)
Mestrado em Psicologia (PUC-Rio) e Doutorado em Serviço Social (PUC-Rio)
Professor Adjunto da PUC-Rio (Departamento de Serviço Social – graduação e pós-graduação)
Líder do Grupo de Pesquisa do CNPq “Famílias, Violências e Políticas Públicas”

OLIVEIRA, Antonio C.; ARAUJO, Luciana M. Relações de gênero e violência: estratégias de resistência por parte de um grupo de mulheres da favela da Mangueirinha na Baixada Fluminense. In: TORRES, Anália; COSTA, Dália; CUNHA, Maria J. (org.). Estudos de género. Diversidade de olhares num mundo global, Coleção Estudos de Género do ISCSP, Universidade de Lisboa, Portugal, 2019.
OLIVEIRA, A. C.; PAIVA, A. R.; ALCHORNE, S. C. A. Acompanhamento familiar no Suas: diálogo com o município do Rio de Janeiro | Family support in the Unified Social Assistance System (SUAS): dialogue with the municipality of Rio de Janeiro. REVISTA EM PAUTA , v.16, p.136 - 150, 2019.

Irene Rizzini

Irene Rizzini Doutora em Sociologia pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ) e mestre em Serviço Social pela School of Social Service Administration, University of Chicago. Professora do Departamento de Serviço Social da PUC-Rio e diretora do Centro Internacional de Estudos e Pesquisas sobre a Infância (CIESPI/PUC-Rio). Líder dos Grupos de Pesquisa do CNPq Infância, Juventude e Participação Cidadã; Violência, Infância e Juventude na América Latina.
"Adolescências, direitos e medidas socioeducativas em meio aberto" sistematiza dados empíricos recentes, nacionais e regionais, à luz de referenciais teóricos, históricos e metodológicos críticos, rigorosos e eticamente comprometidos. Segue orientação da proteção integral que toma a liberdade assistida como “medida socioeducativa por excelência”.
As ideias contidas neste livro se prestam a potencializar os argumentos e a fortalecer a posição dos profissionais dos serviços de medida nas relações, ainda assimétricas, que mantêm com os profissionais do Sistema de Justiça.
Não há por ora outro caminho possível para que, na penumbra do retrocesso que vislumbra no horizonte, sigamos na aposta convicta de que liberdade assistida, sim, segue sendo a “medida socioeducativa por excelência”.