Autonomia da escola - princípios e propostas
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Autonomia da escola - princípios e propostas

José Eustáquio Romão, Moacir Gadotti
  • Cód: 9788524917707

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  • Cortez Editora
  • Organizador: José Eustáquio Romão, Moacir Gadotti
  • ISBN: 9788524917707
  • Número de páginas: 200
  • Formato: 16.00 x 23.00
  • Peso: 310 gramas

SINOPSE Escola cidadã é aquela que se assume como um centro de direitos e de deveres. O que a caracteriza é a formação para a cidadania. A escola cidadã, então, é a escola que viabiliza a cidadania de quem está nela e quem vem a ela. Ela não pode ser uma escola cidadã em si e para si. Ela é cidadã na medida mesma em que se exercita na construção da cidadania de quem usa o seu espaço. A escola cidadã é uma escola coerente com a liberdade. É coerente com o seu discurso formador, libertador. É toda escola que, brigando para ser ela mesma, luta para que os educandos-educadores também sejam eles mesmos. E como ninguém pode ser só, a Escola Cidadã é uma escola de comunidade, de companheirismo. É uma escola de produção comum do saber e da liberdade. É uma escola que não pode ser jamais licenciosa nem jamais autoritária. É uma escola que vive a experiência tensa da democracia.

José Eustáquio Romão

José Eustáquio Romão, é graduado em História e Doutor em História Social e Educação. Diretor fundador do Instituto Paulo Freire; Diretor e Professor do Programa de Pós-Graduação em Educação (Doutorado e Mestrado) da Universidade Nove de Julho.Professor convidado da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias . Coordenador nos projetos de pesquisa: 1.Educating the Global Citizen: Globalization, Educational Reform and the Politics of Equity and Inclusion; 2. Supporting Internacional Network and Cooperation in Educational Research (SINCERE) e 3. Rede Ibero-americana de Investigação de Políticas de Educação. Coordenador da Coleção Educadores (Ministério da Educação, UNESCO, Fundação Joaquim Nabuco). Secretário da Educação (1983-1988) e Secretário de Governo (1997-2000) de Juiz de Fora. Pró-Reitor de Ensino e Pesquisa da Universidade Federal de Juiz de Fora (1994-1997). Publicações: Poder local e educação (1992), Avaliação dialógica (2002) e mais de cinco dezenas de artigos, publicados em periódicos científicos nacionais e estrangeiros.

Moacir Gadotti

Moacir Gadotti é doutor Honoris Causa pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ. 2000). É licenciado em Pedagogia (1967) e em Filosofia (1971). Fez mestrado em Filosofia da Educação na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP,1973), doutorado em Ciências da Educação na Universidade de Genebra (Suiça, 1977) e Livre-Docência na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp, 1986). Foi professor de História e Filosofia da Educação em cursos de graduação e pós-graduação. Aposentou-se como professor titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Atualmente é diretor do Instituto Paulo Freire. Possui um grande número de publicações nas quais desenvolve uma proposta educacional cujos eixos são a formação crítica do educador e a construção da Escola Cidadã, numa perspectiva dialética da educação, orientada pelo paradigma da planetaridade. Entre os livros publicados por Moacir Gadotti, traduzidos em diversas linguas, destacam-se: História das ideias pedagógicas (1993), Pedagogia das Práxis (1995) Paulo Freire: uma biobibliografia (1996), Pedagogia da Terra (2000), Os mestres de Rousseau (2004), Economia solidária como práxis pedagógica (2009), EDucar para a sustentabilidade (2009) e Escola Cidadã (2010).
Escola cidadã é aquela que se assume como um centro de direitos e de deveres. O que a caracteriza é a formação para a cidadania. A escola cidadã, então, é a escola que viabiliza a cidadania de quem está nela e quem vem a ela. Ela não pode ser uma escola cidadã em si e para si. Ela é cidadã na medida mesma em que se exercita na construção da cidadania de quem usa o seu espaço. A escola cidadã é uma escola coerente com a liberdade. É coerente com o seu discurso formador, libertador. É toda escola que, brigando para ser ela mesma, luta para que os educandos-educadores também sejam eles mesmos. E como ninguém pode ser só, a Escola Cidadã é uma escola de comunidade, de companheirismo. É uma escola de produção comum do saber e da liberdade. É uma escola que não pode ser jamais licenciosa nem jamais autoritária. É uma escola que vive a experiência tensa da democracia.