Classes subalternas e assistência social
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Classes subalternas e assistência social

Maria Carmelita Yazbek, Maria Carmelita Yazbek
  • Cód: 9788524925153

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  • Cortez Editora
  • Autor: Maria Carmelita Yazbek, Maria Carmelita Yazbek
  • ISBN: 9788524925153
  • Número de páginas: 256
  • Formato: 14.00 x 21.00
  • Peso: 310 gramas

SINOPSE Estamos em tempo de ética. Final de século que confronta valores e estratégias com utopias, conquistas, desafios, acertos, enganos, dúvidas. Muito se tem estudado sobre a dominação e o dominador, todavia, pouco tem dito o dominado, o subalterno, sobre si mesmo, sua vida e sua condição. A reflexão de Maria Carmelita Yazbek vem colaborar para preencher esta lacuna. Mais que a fala, ela nos traz as representações dos subalternizados sobre sua subalternidade. Resgatam-se, assim, os antigos dilemas dos anos 60, da então chamada “cultura da pobreza” que até hoje embebe o pensamento brasileiro conservador e reduz o “povo” à acepção mais imediata e difusa de massas — sem sujeitos ou protagonistas —, cujo senso comum redunda no conformismo carmático expresso em frases tradicionais como: “nóis sofre porque Deus quer” ou “Deus é pai e vem nos acudir”. Yazbek escancara o âmago da dignidade do pobre subalterno expresso no inconformismo conformado da subalternidade consentida. Aldaiza Sposati

Maria Carmelita Yazbek

Maria Carmelita Yazbek é doutora em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Desenvolveu estágio pós-doutoral no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo na área do pensamento político contemporâneo. É pesquisadora Nível I do CNPq. Foi representante na Área de Serviço Social na Capes em duas gestões (1998 a 2000 e 2005 a 2007). Foi coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social (mestrado e doutorado) no período de 1993 a 2005. Publicou diversos livros pela Cortez Editora.
Estamos em tempo de ética. Final de século que confronta valores e estratégias com utopias, conquistas, desafios, acertos, enganos, dúvidas. Muito se tem estudado sobre a dominação e o dominador, todavia, pouco tem dito o dominado, o subalterno, sobre si mesmo, sua vida e sua condição. A reflexão de Maria Carmelita Yazbek vem colaborar para preencher esta lacuna. Mais que a fala, ela nos traz as representações dos subalternizados sobre sua subalternidade. Resgatam-se, assim, os antigos dilemas dos anos 60, da então chamada “cultura da pobreza” que até hoje embebe o pensamento brasileiro conservador e reduz o “povo” à acepção mais imediata e difusa de massas — sem sujeitos ou protagonistas —, cujo senso comum redunda no conformismo carmático expresso em frases tradicionais como: “nóis sofre porque Deus quer” ou “Deus é pai e vem nos acudir”. Yazbek escancara o âmago da dignidade do pobre subalterno expresso no inconformismo conformado da subalternidade consentida. Aldaiza Sposati