Direitos (dos desassistidos) sociais, Os
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Direitos (dos desassistidos) sociais, Os

Aldaíza Sposati, Maria do Carmo B. Carvalho, Sônia Maria Teixeira Fleury
  • Cód: 9788524919404

por R$ 42,00  

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  • Cortez Editora
  • Autor: Aldaíza Sposati, Sônia Maria Teixeira Fleury, Maria do Carmo B. Carvalho
  • ISBN: 9788524919404
  • Número de páginas: 168
  • Formato: 14.00 x 21.00
  • Peso: 200 gramas

SINOPSE "Fruto dessa banalização, a própria qualificação e extensão da pobreza é pouco conhecida. Ela é introjetada em nosso imaginário coletivo como algo natural, já que Estado e sociedade civil se sentem impotentes para resolvê-la. As cifras que apontam a pobreza - grau de subnutrição, habitações precárias, ausência de renda, analfabetismo - acabam por fragmentar o fenômeno, mais que clarificá-lo. Acaba-se mesmo esquecendo que a pobreza é decorrência de um modo de produção que engendra a exclusão e a desigualdade. Chega-se a inverter essa equação, entendendo a pobreza como violação e violência. A pobreza banalizada tem a vantagem de ser uma paisagem comum do cotidiano, aparentemente conhecida e sob controle. Camufla-se dessa forma a sua barbárie."

Aldaíza Sposati

Aldaíza Sposati é doutora em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1986). Atualmente é professor titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Coordenadora do Nepsas - Núcleo de Estudos e Pesquisas em Seguridade e Assistencia Social e do Cedest - Centro de Estudos das Desigualdades Socioterritoriais. Tem experiência em Gestão Pública, Gestão Social com ênfase em Política da Assistência Social, atua principalmente nos seguintes temas: assistência social, proteção social, seguridade social, política social, políticas públicas, gestão pública e estudos socioterritoriais de necessidades e serviços. Foi secretária das Administrações Regionais (1989/1990) e da Assistência Social da cidade de São Paulo (2002/2004). Vice-Reitor Comunitário da PUC-SP (1988). Vereadora da Cidade por 3 mandatos consecutivos (1993-2004).
"Fruto dessa banalização, a própria qualificação e extensão da pobreza é pouco conhecida. Ela é introjetada em nosso imaginário coletivo como algo natural, já que Estado e sociedade civil se sentem impotentes para resolvê-la. As cifras que apontam a pobreza - grau de subnutrição, habitações precárias, ausência de renda, analfabetismo - acabam por fragmentar o fenômeno, mais que clarificá-lo. Acaba-se mesmo esquecendo que a pobreza é decorrência de um modo de produção que engendra a exclusão e a desigualdade. Chega-se a inverter essa equação, entendendo a pobreza como violação e violência. A pobreza banalizada tem a vantagem de ser uma paisagem comum do cotidiano, aparentemente conhecida e sob controle. Camufla-se dessa forma a sua barbárie."