Familismo direitos e cidadania - contradições da política social
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Familismo direitos e cidadania - contradições da política social

CASSIA MARIA CARLOTO, Marta Silva Campos, Regina Célia Tamaso Mioto
  • Cód: 9788524923432

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  • Cortez Editora
  • Organizador: Regina Célia Tamaso Mioto, Marta Silva Campos, CASSIA MARIA CARLOTO
  • ISBN: 9788524923432
  • Número de páginas: 248
  • Formato: 16.00 x 23.00
  • Peso: 370 gramas

SINOPSE Família e política pública - dois temas complexos e polêmicos - guardam riscos sociais, tanto internos como em suas relações. Maiores para a população mais pobre e vulnerável. Um grupo de pesquisadoras, experientes no trabalho com essas duas temáticas, uniu-se aqui para apresentá-los claramente, com aparecem no caso das políticas de Assistência Social e de Saúde. Nelas apontou, por exemplo, na família, a culpabilização por seus problemas sociais e psicológicos e a atribuição de um papel histórico de instituição-braço terceirizado do Estado. Arriscaria seu fundamento na cidadania, ao secundarizar a responsabilidade estatal quanto ao direito de todos nós a lugares calorosos, de amparo, cuidado e amor. Neste momento, marcado pelos dez anos de criação do SUAS, um livro que alimenta a crítica necessária, sem o pessimismo ingênuo e reducionista, é muito bem-vindo para chamar conversações interdisciplinares. Sem qualquer enaltecimento da vida privada, deixo uma provocação: em lugar do "familismo", por que não a ética e a estética do cuidado? Não deixemos esta busca esmorecer.

CASSIA MARIA CARLOTO

Assistente social, mestre em Psicologia Social, com doutorado e pós-doutorado em Serviço Social pela PUC-SP. É professora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), liderando o grupo Gênero, Políticas Públicas, Família. Atualmente dedica-se a pesquisas que têm por foco a participação das mulheres em programas de transferência de renda.

Marta Silva Campos

Assistente social, com mestrado e doutorado em Ciências Sociais pela PUC-SP. Professora de Política Social na graduação e posteriormente na pós-graduação em Serviço Social na mesma universidade. Coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Família (curricular da pós-graduação) e líder de grupo do diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq acerca da mesma temática. A pesquisa comparativa sobre as diferentes conformações dos estados de bem-estar social, objeto de estágio pós-doutoral na Itália, levou à dedicação ao estudo dos vínculos entre família e política social.

Regina Célia Tamaso Mioto

Assistente social, com mestrado em Educação e doutorado em Saúde Mental, ambos na Unicamp, dedicados ao estudo da família. O contato com a Sociologia italiana, através do pós-doutorado em 1998, foi decisivo para o encaminhamento de seus estudos sobre a família na política social. Atualmente dedica-se ao ensino e à pesquisa nessa área de conhecimento.
Família e política pública - dois temas complexos e polêmicos - guardam riscos sociais, tanto internos como em suas relações. Maiores para a população mais pobre e vulnerável. Um grupo de pesquisadoras, experientes no trabalho com essas duas temáticas, uniu-se aqui para apresentá-los claramente, com aparecem no caso das políticas de Assistência Social e de Saúde. Nelas apontou, por exemplo, na família, a culpabilização por seus problemas sociais e psicológicos e a atribuição de um papel histórico de instituição-braço terceirizado do Estado. Arriscaria seu fundamento na cidadania, ao secundarizar a responsabilidade estatal quanto ao direito de todos nós a lugares calorosos, de amparo, cuidado e amor. Neste momento, marcado pelos dez anos de criação do SUAS, um livro que alimenta a crítica necessária, sem o pessimismo ingênuo e reducionista, é muito bem-vindo para chamar conversações interdisciplinares. Sem qualquer enaltecimento da vida privada, deixo uma provocação: em lugar do "familismo", por que não a ética e a estética do cuidado? Não deixemos esta busca esmorecer.