Fios (in)visíveis da produção capitalista, Os - informalidade e precarização do trabalho
Passe o mouse na imagem para ver detalhes + Ampliar

Fios (in)visíveis da produção capitalista, Os - informalidade e precarização do trabalho

Maria Augusta Tavares
  • Cód: 9788524910647

Disponível em Estoque. Entrega em 2 dias úteis para a cidade de São Paulo (para pedidos efetuados até as 11h; após este horário, entrega em 3 dias úteis).

Outras localidades: Grande São Paulo e Interior de SP: de 2 a 4 dias úteis. Outras Capitais: de 2 a 4 dias úteis. Interior de Outros Estados: de 5 a 15 dias úteis. Os pedidos serão atendidos conforme a disponibilidade de estoque.

  • Cortez Editora
  • Autor: Maria Augusta Tavares
  • ISBN: 9788524910647
  • Número de páginas: 216
  • Formato: 16.00 x 23.00
  • Peso: 330 gramas

SINOPSE A autora deste livro analisa a flexibilização da produção, evidenciando que os processos de terceirização são geradores de relações informais de trabalho. O trabalho informal que, até os anos 80, era visto como sinônimo de atraso pela literatura econômica dominante, dado o seu caráter flexível, passa a ser tratado como uma forma moderna.

Maria Augusta Tavares

Graduação, mestrado e doutorado em Serviço Social. Pós-doutoramento em Serviço Social – Instituto Superior Miguel Torga, Economia – Faculdade de Economia/CES/Universidade de Coimbra e História Contemporânea – IHC/Universidade Nova de Lisboa. Tem como objeto de pesquisa o trabalho, especificamente no que tange à informalidade e ao empreendedorismo, interpretados como formas de exploração da atual fase do desenvolvimento capitalista. Acerca da referida temática tem diversos artigos e capítulos de livros publicados. Destaque para o livro intitulado Os fios (in)visíveis da produção capitalista, Cortez, 2004. Ora aposentada, atua como líder do Grupo de Pesquisas sobre o Trabalho, na UFPB e como Investigadora Integrada ao Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais do IHC, Universidade Nova de Lisboa.
A autora deste livro analisa a flexibilização da produção, evidenciando que os processos de terceirização são geradores de relações informais de trabalho. O trabalho informal que, até os anos 80, era visto como sinônimo de atraso pela literatura econômica dominante, dado o seu caráter flexível, passa a ser tratado como uma forma moderna.