Ideologia da velhice, A
Passe o mouse na imagem para ver detalhes + Ampliar

Ideologia da velhice, A

Eneida Gonçalves Macedo Haddad
  • Cód: 9788524925115

Dia do Professor - 20%
de R$ 52,00por R$ 41,60 Economize R$ 10,40

Disponível em Estoque. Entrega em 2 dias úteis para a cidade de São Paulo (para pedidos efetuados até as 11h; após este horário, entrega em 3 dias úteis).

Outras localidades: Grande São Paulo e Interior de SP: de 2 a 4 dias úteis. Outras Capitais: de 2 a 4 dias úteis. Interior de Outros Estados: de 5 a 15 dias úteis. Os pedidos serão atendidos conforme a disponibilidade de estoque.

  • Cortez Editora
  • Autor: Eneida Gonçalves Macedo Haddad
  • ISBN: 9788524925115
  • Número de páginas: 208
  • Formato: 16.00 x 23.00
  • Peso: 320 gramas

SINOPSE Se o drama que marca o fim da vida atinge a todos, como trajetória a ser perfilada de modo inexorável, ele converte-se em tragédia quando experimentado pelos velhos que construíram sua carreira nos estreitos limites ditados pela condição de subalternidade a que se encontra sujeita parcela nem um pouco desprezível das classes trabalhadoras. O que representam as receitas de longevidade? O que quer dizer soltar o corpo, fazer ginástica, cultivar o espírito e a identidade pessoal, entregar--se aos prazeres planejados a doses homeopáticas? É justamente por suspeitar da universalidade abstrata que subjaz à ideologia da velhice, nesta sociedade, que Eneida G. de M. Haddad investe seu esforço crítico para deslindar os móveis que se ocultam por detrás do sistema de representações criado sobre a etapa final da vida humana. A ideologia da velhice constitui leitura necessária a todos aqueles que, como a autora, suspeitam das campanhas moralizatórias contra a velhice desamparada, dos paliativos ministrados por um certo tipo de discurso médico, da boa vontade dos humanistas.

Eneida Gonçalves Macedo Haddad

Eneida Gonçalves Macedo Haddad é graduada em Ciências Sociais, mestre em Antropologia Social e doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP). Além de outras publicações, é autora de A Ideologia da Velhice e O direito à velhice: os aposentados e a previdência social, ambas pela Cortez Editora. Aposentou-se como professora de Sociologia na Universidade Estadual Paulista/UNESP/ Campus de Franca, tendo ministrado aula da mesma disciplina em algumas faculdades privadas. Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia da Velhice, atuando como pesquisadora no seguintes temas: velhice, envelhecimeno, direitos humanos, políticas públicas, previdência social e acesso à justiça.
Se o drama que marca o fim da vida atinge a todos, como trajetória a ser perfilada de modo inexorável, ele converte-se em tragédia quando experimentado pelos velhos que construíram sua carreira nos estreitos limites ditados pela condição de subalternidade a que se encontra sujeita parcela nem um pouco desprezível das classes trabalhadoras. O que representam as receitas de longevidade? O que quer dizer soltar o corpo, fazer ginástica, cultivar o espírito e a identidade pessoal, entregar--se aos prazeres planejados a doses homeopáticas? É justamente por suspeitar da universalidade abstrata que subjaz à ideologia da velhice, nesta sociedade, que Eneida G. de M. Haddad investe seu esforço crítico para deslindar os móveis que se ocultam por detrás do sistema de representações criado sobre a etapa final da vida humana. A ideologia da velhice constitui leitura necessária a todos aqueles que, como a autora, suspeitam das campanhas moralizatórias contra a velhice desamparada, dos paliativos ministrados por um certo tipo de discurso médico, da boa vontade dos humanistas.