Ideologia da velhice, A
Passe o mouse na imagem para ver detalhes + Ampliar

Ideologia da velhice, A

  • Cód: 9788524925115

por R$ 52,00  

Disponível em Estoque. Entrega em 2 dias úteis para a cidade de São Paulo (para pedidos efetuados até as 11h; após este horário, entrega em 3 dias úteis).

Outras localidades: Grande São Paulo e Interior de SP: de 2 a 4 dias úteis. Outras Capitais: de 2 a 4 dias úteis. Interior de Outros Estados: de 5 a 15 dias úteis. Os pedidos serão atendidos conforme a disponibilidade de estoque.

  • Cortez Editora
  • ISBN: 9788524925115
  • Número de páginas: 208
  • Formato: 16.00 x 23.00
  • Peso: 320 gramas

SINOPSE Se o drama que marca o fim da vida atinge a todos, como trajetória a ser perfilada de modo inexorável, ele converte-se em tragédia quando experimentado pelos velhos que construíram sua carreira nos estreitos limites ditados pela condição de subalternidade a que se encontra sujeita parcela nem um pouco desprezível das classes trabalhadoras.
O que representam as receitas de longevidade? O que quer dizer soltar o corpo, fazer ginástica, cultivar o espírito e a identidade pessoal, entregar--se aos prazeres planejados a doses homeopáticas? É justamente por suspeitar da universalidade abstrata que subjaz à ideologia da velhice, nesta sociedade, que Eneida G. de M. Haddad investe seu esforço crítico para deslindar os móveis que se ocultam por detrás do sistema de representações criado sobre a etapa final da vida humana.
A ideologia da velhice constitui leitura necessária a todos aqueles que, como a autora, suspeitam das campanhas moralizatórias contra a velhice desamparada, dos paliativos ministrados por um certo tipo de discurso médico, da boa vontade dos humanistas.

Se o drama que marca o fim da vida atinge a todos, como trajetória a ser perfilada de modo inexorável, ele converte-se em tragédia quando experimentado pelos velhos que construíram sua carreira nos estreitos limites ditados pela condição de subalternidade a que se encontra sujeita parcela nem um pouco desprezível das classes trabalhadoras.
O que representam as receitas de longevidade? O que quer dizer soltar o corpo, fazer ginástica, cultivar o espírito e a identidade pessoal, entregar--se aos prazeres planejados a doses homeopáticas? É justamente por suspeitar da universalidade abstrata que subjaz à ideologia da velhice, nesta sociedade, que Eneida G. de M. Haddad investe seu esforço crítico para deslindar os móveis que se ocultam por detrás do sistema de representações criado sobre a etapa final da vida humana.
A ideologia da velhice constitui leitura necessária a todos aqueles que, como a autora, suspeitam das campanhas moralizatórias contra a velhice desamparada, dos paliativos ministrados por um certo tipo de discurso médico, da boa vontade dos humanistas.