Jovens negros no Brasil - Civilização e barbárie
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Jovens negros no Brasil - Civilização e barbárie

Graziela de Oliveira
  • Cód: 9788524925498

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  • Cortez Editora
  • Coleção: Nova Coleção Questões da Nossa Época
  • Autor: Graziela de Oliveira
  • ISBN: 9788524925498
  • Número de páginas: 120
  • Formato: 14.00 x 21.00
  • Peso: 160 gramas

SINOPSE A Polícia Militar encara jovens negros como potenciais bandidos ou elementos perturbadores da ordem pública.
A PM, no entanto, oferece a negros e pobres, possibilidades de mobilidade social. Apesar das precárias condições de trabalho, PMs negros sentem-se protegidos na corporação.
Dados sobre a conduta de policiais não brancos, que usam de violência contra a população negra, nos oferecem subsídios para levantar a hipótese de que mecanismos de projeção fazem parte do complexo casual, que move esses policiais para a ação de violência contra negros.
Vítimas, eles mesmos, de discriminação na infância e na juventude, o sofrimento do passado, tornado inconsciente, pode manifestar-se em transtorno de conduta quando munidos de uma arma diante de um jovem negro.
Psicólogos, sociólogos e cientistas em geral, ao se debruçarem sobre esta problemática, podem contribuir para avançar nas pesquisas e respostas sobre o complexo casual da violência do negro contra o negro.

Graziela de Oliveira

Pós-doutorado em Gestão de Ciência e Tecnologia – MIT/Estados Unidos
Doutorado em Ciências Sociais – Universidade de Bielefeld/Alemanha
Mestrado em Sociologia – Universidade de Bielefeld/Alemanha
Especialização em Planejamento Urbano e Regional - UFRJ/Rio de Janeiro
Graduação em Ciências Sociais – UERJ/ Rio de Janeiro
Livros Publicados:
- Dignidade e Direitos Humanos. Curitiba: Ed. UFPR, 2003
- Relações Industriais e Democracia Empresarial: Teoria e Prática. São Paulo: LTR Editora Ltda, 1998
- Automação e Reação Operária. Estudo de caso em São Bernardo do Campo. João Pessoa: Editora UFPB, 1996
- Pobreza nos Estados Unidos. São Paulo: Edições Loyola, 1992
- Escargots e Banho de Gato. Ed. Chiado, 2014 (ficção)
A Polícia Militar encara jovens negros como potenciais bandidos ou elementos perturbadores da ordem pública.
A PM, no entanto, oferece a negros e pobres, possibilidades de mobilidade social. Apesar das precárias condições de trabalho, PMs negros sentem-se protegidos na corporação.
Dados sobre a conduta de policiais não brancos, que usam de violência contra a população negra, nos oferecem subsídios para levantar a hipótese de que mecanismos de projeção fazem parte do complexo casual, que move esses policiais para a ação de violência contra negros.
Vítimas, eles mesmos, de discriminação na infância e na juventude, o sofrimento do passado, tornado inconsciente, pode manifestar-se em transtorno de conduta quando munidos de uma arma diante de um jovem negro.
Psicólogos, sociólogos e cientistas em geral, ao se debruçarem sobre esta problemática, podem contribuir para avançar nas pesquisas e respostas sobre o complexo casual da violência do negro contra o negro.