Justiça popular em Cabo Verde, A
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Justiça popular em Cabo Verde, A

Boaventura de Sousa Santos
  • Cód: 9788524923159

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  • Cortez Editora
  • Coleção: Coleção Sociologia Crítica do Direito
  • Autor: Boaventura de Sousa Santos
  • ISBN: 9788524923159
  • Número de páginas: 392
  • Formato: 16.00 x 23.00
  • Peso: 590 gramas

SINOPSE Este é o segundo volume da Coleção Sociologia Crítica do Direito. A obra trata a investigação sociológica realizada em 1983-84 sobre os tribunais de zona ou tribunais populares de Cabo Verde por solicitação do governo do jovem país independente presidido pelo Comandante Pedro Pires. A solicitação foi especificamente feita pelo Ministro da Justiça de então, Dr. David Hopffer de Almada. No contexto pós-independência, a implantação de tribunais populares ou de zona em Cabo Verde surgiu como prioritária. As conotações negativas por vezes atribuídas ao termo justiça popular levaram a que se preferisse um nome mais neutro, tribunais de zona. A sua rápida extensão deveu-se não só à facilidade na sua implementação, uma vez que dispensava as necessidades técnicas, materiais e humanas da justiça formal, mas também a uma aposta forte no potencial desses órgãos para promover a pacificação social e atuar como escola política, cultural e social do povo.

Boaventura de Sousa Santos

Boaventura de Sousa Santos, é sociólogo, doutorado pela Universidade de Yale, é Professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e Distinguished Legal Scholar da Universidade de Wisconsin (EUA). Diretor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, onde dirige também o Observatório Permanente da justiça.
Este é o segundo volume da Coleção Sociologia Crítica do Direito. A obra trata a investigação sociológica realizada em 1983-84 sobre os tribunais de zona ou tribunais populares de Cabo Verde por solicitação do governo do jovem país independente presidido pelo Comandante Pedro Pires. A solicitação foi especificamente feita pelo Ministro da Justiça de então, Dr. David Hopffer de Almada. No contexto pós-independência, a implantação de tribunais populares ou de zona em Cabo Verde surgiu como prioritária. As conotações negativas por vezes atribuídas ao termo justiça popular levaram a que se preferisse um nome mais neutro, tribunais de zona. A sua rápida extensão deveu-se não só à facilidade na sua implementação, uma vez que dispensava as necessidades técnicas, materiais e humanas da justiça formal, mas também a uma aposta forte no potencial desses órgãos para promover a pacificação social e atuar como escola política, cultural e social do povo.